Mostrando postagens com marcador Texto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Texto. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Amigo Traíra! Quem já não teve um?????

Passeando pela net encontrei esse texto! ADOREI
Nossa como temos Traíras em nossas vidas.


Alô amigos, como é difícil achar uma conceituação para a "TRAÍRAGEM", para o "TRAÍRA" , difícil definir com precisão o que é um "TRAÍRA" apesar de conhecermos muitos exemplos e vários eleitos para exemplificar o “chulo” título.

--- A origem da correlação entre o peixe e as pessoas está justamente no quesito comportamental, geralmente predadores, solitários, agem traiçoeiramente escondidos, armando ciladas na espera de uma presa ou alguém para lhes fazer mal, são difíceis de serem ingeridos devido ao excesso de espinhos.

TRAIR- Ato de trair alguém; falso, cagueta, imoral, imcapaz, mala, falso moralista, cospe no prato em que comeu.
Incapacidade de ser fiel a alguém ou a seus valores, ou a qualquer outra coisa; Saída simples para pessoas que não tem personalidade ou caráter em dizer na cara o que pensam. Pessoas que não estão felizes consigo mesmas. Traem por incapacidade de manter bons relacionamentos, ou seja uma pessoa PODRE

O PEIXE: A traíra é um predador voraz, solitário, que pode ser encontrado em águas paradas, lagos, lagoas, brejos, matas inundadas, e em córregos e igarapés, geralmente entre as plantas aquáticas, onde fica a espreita de presas como peixes, sapos e insetos, gostam de agir a noite. Cuidado para tirar a traira do anzol, ele pode te morder.

O homem: o “Traíra” é um verdadeiro Traidor, geralmente age com o intuito de desestabilizar o ambiente onde está inserido, sempre pronto para ajudar, é traiçoeiro revestindo-se sempre de bom sujeito, sempre se passando por vítima, são encontrados em qualquer lugar, espreitando quem pode ser sua próxima vítima, geralmente sempre escolhem quem lhe estendeu a mão, alguém que lhe deu uma grande oportunidade e confiou em seu caráter, este sempre duvidoso, é calculista e age depois de alcançar seus principais objetivos.

O “traíra” sempre costuma se dar mal. Dante dizia: “A traição é o mais torpe dos crimes. Para Dante Antenora é uma das principais esferas dos traidores, ou traíras, este nome foi tirado de Antenor, o príncipe troiano que traiu o seu país ao manter uma correspondência secreta com os gregos.

--- Creio que já tenhamos conseguido entender o que seja um "TRAÍRA", e certamente todos conheçam algum, porem devemos ter muito cuidado para não cair nas garras de um traídos, mas cuidado, pois o "TRAÍRA" sempre está revestido de "CORDEIRO". Fique atento eles agem escondidos!!!!

Postado por Constantino Neto

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Ficar triste sem saber porque!




Tem dias que a gente fica triste e não sabe porque.Na verdade nós sabemos mas não queremos nos dizer.Sabemos exatamente tudo o que acontece o tempo todo, em qualquer lugar, com qualquer pessoa.Afinal somos todos ligados uns aos outros de alguma maneira, e o que chamamos de intuição é apenas o cordão que une a humanidade.
Mas quando estamos tristes ou irritados sem um motivo concreto, é que devemos párar e analisar tudo a nossa volta.Essa é uma reação natural do nosso próprio "eu", de dizer que está insatisfeito, de que falta alguma coisa, de estarmos sendo teimosos, de que estamos fazendo algo incorreto.
Tem dias que nem eu me suporto, e vai saber porque... Na verdade devo saber.. só não encontrei o motivo certo.Se eu pudesse me divorciava de mim, de tão braba que me sinto comigo mesma... e pior, sem entender.Nem eu me entendo, será que eu mesma poderia ser mais clara comigo?
Tem dias que a gente fica carente, e por mais que mil pessoas te dêem carinho, não passa... Parecemos recém nascidos precisando ficar no bem bom que é o colo da nossa mãe.
Tem dias que nos sentimos desprotegidos... e só o conforto do abraço mais quente faz passar.
Tem dias que a gente percebe todas as nossas mancadas, aquelas que a gente tem até vergonha de contar pra si mesmo que cometeu... e não sabe como arrumar.
Tem dias que a gente quer pedir perdão, e mesmo que peça, não passa.Esse peso fica na parte das costas e cabeça, pesando durante o dia.
Tem dias que a gente só quer ficar sozinho... Tem dias que a gente chora sem motivo, que a gente ri sem motivo, que a gente come sem fome, que a gente sai sem rumo, que a gente faz coisas por fazer.Tem dias que parece que o dia não vai acabar nunca, e mesmo com aquele papo todo que devemos aproveitar todos os momentos, a gente quer passe logo mesmo.
Tem dias que a gente nem quer sair da cama, que o cobertor é um escudo que nos salvará do mundo lá fora.
Tem dias que palavras não são suficiente, queremos provas de que somos amados, todos nós temos a necessidade de nos sentir únicos na vida de alguém, de nos sentir insubstituíveis, de nos sentir amados.Tem dias que o que a gente mais quer é ser cuidado, paparicado, mimado, fazer manha e ficar no ninho.
Tem dias que nada nos basta.
Tem dias que queremos gritar, seja pelo motivo que for.
São nesses dias que devemos ter uma conversa bem séria com alguém que mora dentro da gente, buscar a raiz do verdadeiro problema que nem sempre é só TPM, que nem sempre é só stress... tem mais aí, Fuça bem que tu acha, olha bem, mas olha lá no fundinho...Desenterra, lava, olha bem, esfrega... Doa se precisar doer, chore se precisar chore, grite se precisar gritar, fique sozinho se precisar ficar, ame se precisar amar, converse se precisar conversar, fique no colo se precisar ficar... Mas não deixe essas reações passarem desapercebidas, não espere o copo transbordar.
Nosso coração é como um recipiente, só colocaremos coisas boas dentro dele quando as ruins ou as que nos incomodam estejam definitivamente fora dele.

Beta Lotti


sábado, 25 de maio de 2013

Seja flexível


Você já percebeu quais galhos de uma árvore são os primeiros a se quebrar com um vento forte? Os galhos flexíveis, capazes de se curvar ao vento, conseguem sobreviver, enquanto os rígidos se quebram mesmo que pareçam freqüentemente mais for...tes.

Sua forma de reagir à tensão e à mudança é determinante para sua paz de espírito. Por mais forte que pareça ser, se não estiver disposto a ouvir, transigir ou mudar, é provável que sofra muitas “rachaduras”. Pelo contrário, a capacidade de curvar-se aos ventos inevitáveis da vida conduz à calma e à felicidade.

(Lee L. Jampolsky do livro “Atitude para ser feliz”).

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Por que depois que morre, "Todo mundo" vira Santo"?

Passeando pela net encontrei essa pergunta em um Blog, 
e fiquei pensando sobre o assunto e resolvi dar a minha opinião!

.



Taí uma pergunta que não quer calar:
Por que depois que morre, “todo mundo” vira Santo”?

Vejo muita gente falar horrores de um determinada pessoa e num “passe de mágica” quando a pessoa parte dessa para uma melhor,
vira “Santo(a).
Será por que isso acontece?
Ser que as pessoas tem medo de ela “voltar” e puxar seu pé a noite? rs.
Ou fica com a consciência pesada de ter falado tanto daquela pessoa?
Ou no fundo descobre que a pessoa era a certa e ela a errada?
Por que será que “aquele tudo de ruim” era uma “peste” e bastou morrer, para virar Santo com direito até a asinhas e aureóla? rs.


SabeTudo.com

Qual sua opinião sobre o assunto?

Minha  resposta: SIMPLESMENTE REMORSO

“Os mortos recebem mais flores que os vivos,
porque o remorso ė mais forte que a gratidão.” 

((Mac Anderson)) 




O dissimulado



Acrescentando:

 ...O DISSIMULADO diferente do “impulsivo” que explode, põe a raiva pra fora, depois se acalma e vem conversar como se nada fosse. O dissimulado não é assim. Ele não explode “por fora”. Explode “por dentro”. A palavra correta seria “implode”. Ele mantém tudo guardado dentro de si e arma ciladas para quem não gosta e, o pior, pelas costas para que ninguém perceba que foi ele quem armou para prejudicar aqueles com quem não se simpatiza. Com vários sorrisos à nossa frente, ele é capaz de ser cruel por trás. Geralmente, não costuma ir direto ao ponto, fica dando voltas… Seu tom de voz é meloso, mas se você reparar vai perceber que isso não é natural. É fingido. Sua postura também não é natural. Ele mais parece estar num palco representando um personagem do que participando da vida...

Márcia Malvazzo Almeida

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Vida, tempo e saúde....




"A vida pode ser uma boa pescaria, e
todo bom pescador sabe que a impaciência
espanta os peixes".


Há um menino danado chamado Tempo.
Ele adora tirar o sossego de pessoas que
não tem paciência.

Quando nos desesperamos no trânsito,
naqueles enormes congestionamentos,
é o Tempo que nos injeta a vontade de
largar o carro, deixar tudo e sair correndo
a pé! O Tempo racha de rir!

Nas filas de supermercados tudo para ele
é uma farra!
Quando finalmente, chega a nossa vez e
acaba aquele rolo de papel ticket e temos
que esperar, é um "Deus nos acuda!"
A moleza do funcionário do caixa nos tira
o prumo!
Mas será que o funcionário é mole mesmo?
É nada! Nós é que não temos paciência!

Em filas dos bancos, de ônibus, de cinemas,
de estacionamentos e em tudo que requer
fila sempre está o Tempo de plantão, só para
se divertir com os impacientes "enfileirados".
Se o da frente dá meio passinho, o detrás já
quer dar dois.
Lá vem empurrão!
Se bobear vão todos pras cucuias sob "efeito
dominó"!
É cômico e, para o Tempo, é uma das melhores
diversões.

Em toda e qualquer situação onde a espera é
a única solução, está o Tempo rindo dos nossos
"trimiliques" e, para quem observa de fora, é
muito divertido.
Para o Tempo, então nem se fale!

Pense em tudo que desafia sua paciência e
questione-se: "Aonde eu posso chegar com
tanta impaciência?

CUIDADO!
Diz um proverbio: "Quem tem pressa engole
cru e quente".
A morte se apressa para alcançar os apressados.
Não queira ser "engolido" por ela ainda cru e quente.

A paciência é a virtude favorita da Longevidade e
da Saúde.
Tenha paciência com a Vida e ela será abundantemente
colaboradora, cuidadosa, generosa e paciente com você.

Elimine a impaciência e a pressa antes de ser eliminado
por elas.
Sabe que assim o Tempo até ajudará você?

Sossegue. Pegue leve.
Quem gosta de pegar pesado é amestrador de elefantes.


(Silvia Schmidt).

Elos da vida



Pessoas são como elos...
Elos que se entrelaçam
pela força do destino,
Elos que se definem pelo
livre arbítrio...

Pessoas formam histórias.
Histórias de vida,
com rumos pré destinados...
Histórias de vida,
de livre escolha dos próprios atos.
O nosso eu acaba sendo
formado de pessoas....

Pessoas que amamos,
pessoas que odiamos,
pessoas especiais ou
insignificantes...
A nossa história é
formada de pessoas...
Muitas delas ficam apenas
um pouquinho conosco...

Outras, uma eternidade de
tempo físico...
Outras ainda uma
eternidade de tempo
espiritual.
Essas permanecem
conosco mesmo depois que
o elo físico se rompe...

São personagens de
relações eternas de amor!

O rompimento doloroso só
consegue provocar o
afastamento da matéria;
do espírito jamais...

São essas pessoas que
fundamentam o nosso
alicerce de vida.

Elas vão e ficam ao
mesmo tempo.
São pessoas que jamais nos
deixam sós,
pelo simples fato de
morarem dentro de nossos
corações...

Elas são elos
inquebráveis,
que nos tornam
capazes de sermos
também elos em outras
vidas...
Elos de amizade...
Elos de amor...
Assim é a corrente da
vida, onde as pessoas
formam sempre elos...
Sinto que vivemos uma
nova era de
relacionamento, feita
também de elos...
Elos virtuais...mas tão
reais...
Elos que nos marcam
profundamente!!!

(autor desconhecido)

Elos de todos os tipos, alguns reais e outros virtuais,
 que se transformam em elos permanentes; não mais descartáveis...

A beleza vive dentro de você


Sempre se lembre que a pele se enruga, o cabelo
se torna branco, os dias se transformam em anos,
mas o importante não muda, sua força e sua
segurança não têm idade.

Seu espírito é o espanador de qualquer teia de aranha.
Atrás de cada linha de chegada, há uma partida, atrás
de cada engano, há outro desafio.

Enquanto você estiver viva, sinta-se viva. Se fizer algo
diferente, volte a fazê-lo. Não viva de fotos amareladas.

Segue em frente ainda que todos esperam que você
desista. Não deixe que se oxide o ferro que existe em
você. Faça que, em vez de pena, tenha-lhe respeito.

Quando, devido à idade, não puder correr, ande
depressa, quando não puder andar depressa,
caminhe, quando não puder caminhar use a bengala,
mas não pare nunca.

Pois nunca o Senhor deixou de zelar por você.
Sempre suas bençãos esteve por sobre você e
os seus. Nos mínimos detalhes, sempre a Graça
Divina estará sobre você e o que é seu.

Proporcionando-lhe o melhor porque ninguém
merece mais que você!

(desconheço autoria).

sábado, 18 de maio de 2013

Muito verdade isso!!!!



(...)Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável.Fizeram a gente acreditar numa fórmula chamada "dois em um": duas pessoas pensando igual, agindo igual, e que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.(...)Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho.
E só aí, quando você estiver muitoapaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém.

((John Lennon))

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Felicidade. Ter ou Ser?




Viver feliz neste mundo parece algo impossível. Sempre que analisamos este assunto acabamos por concluir que enquanto estivermos neste mundo teremos apenas momentos felizes, pois diante de tanto sofrimentos e dificuldades vivenciados no dia a dia seria impossível sermos realmente felizes.

Mas, o que é felicidade? A felicidade está em termos ou sermos? Qual é a diferença?

Quando o objetivo é ter. A busca é externa. Muitos buscam a felicidade em um bom emprego, um carro novo, uma casa confortável, viagens, roupas de marca, aparelhos eletrônicos de ultima geração, um curso superior, mestrado doutorado, namoro, casamento etc. As conquistas são importantes para o crescimento, maturidade e satisfação do ser humano, o que não é viável é focar a felicidade só nessas conquistas. Ter felicidade em momentos especiais é passageiro, é gostoso, mais não é duradouro. Nunca concluímos que o que temos é o suficiente para a nossa felicidade. Trabalhamos para comprar um fusca e quando conseguimos, queremos um gol. A casa com o tempo fica pequena, os moveis estão velhos, as roupas estão fora de moda, as coisas, não nos atendem, as pessoas decepcionam. O príncipe vira sapo, a princesa vira um ogro.

Ser feliz é diferente de ter felicidade. É sentimento. Vem de dentro, é o estado prolongado, alimentado, é calmo, pacífico. A verdadeira felicidade está em Deus, em saber valorizar as suas bênçãos e ter um coração agradecido. Após alguns dias de muita chuva e frio, aprendi a valorizar mais o sol. Às vezes buscamos com tanto afinco a felicidade que ela vem e passa e não percebemos. Já ouviu aquela frase, “eu era feliz e não sabia”? Então?

Na verdade, só depende de você. Escolher ser feliz mesmo que o caminho seja acidentado, mesmo que a noite esteja escura, mesmo que haja tempestade, mesmo que as pessoas nos decepcionem, mesmo que as lágrimas rolem. No jardim sempre haverá flores e espinhos. Colham as flores e deixem os espinhos, é possível que ao colhê-las você se fira em algum espinho, mas ainda assim, pela beleza e perfume das flores vale apena. Não fique com todas pra você, compartilhe, felicidade compartilhada é mais duradoura.

Se quer ser feliz realmente precisa aprender a conviver com a falta, porque ninguém nunca vai ter tudo. Muitas vezes, queremos tanto algo novo que não desfrutamos do que temos. A felicidade não pode estar focada no objetivo alcançado.

Escolha ser feliz porque Jesus te ama! Por estar vivo, por sentir calor ou frio, por poder ajudar a alguém, e principalmente por ser filho de Deus. Aprenda a desfrutar os momentos agradáveis. Acredite que a vida vale apena, apesar dos desafios, das incertezas e das lágrimas.

Se houver necessidade, flexibilize para mudar o caminho escolhido. Não há vergonha em retroceder.

Não perca tempo olhando para traz e se lamentando pelo que você fez de errado, olhe para frente.

Admitir o erro, pedir perdão, dizer eu te amo, são ferramentas usadas por quem decidiu ser feliz.

Ser feliz aonde? No lugar em que você está. Ser feliz quando? Hoje. Tudo o que temos é o presente, o passado já foi, o amanhã pode não chegar.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Aos que não casaram, Aos que vão casar, ...



Artur da Távola: Aos que não casaram, Aos que vão casar, ...

Aos que não casaram,
Aos que vão casar,
Aos que acabaram de casar,
Aos que pensam em se separar,
Aos que acabaram de se separar.
Aos que pensam em voltar...

Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja.
O AMOR É ÚNICO,
como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.

A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue,
A SEDUÇÃO
tem que ser ininterrupta...

Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança, acabamos por sepultar uma relação que poderia
SER ETERNA

Casaram. Te amo pra lá, te amo pra cá. Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas.
Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes, nem necessita de um amor tão intenso. É preciso que haja, antes de mais nada,
RESPEITO.
Agressões zero.

Disposição para ouvir argumentos alheios. Alguma paciência... Amor só, não basta. Não pode haver competição. Nem comparações. Tem que ter jogo de cintura, para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem que haver
BOM HUMOR
para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades.
Tem que saber levar.

Amar só é pouco.
Tem que haver inteligência. Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas para pagar.
Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar.
Tem que ter um bom psiquiatra. Não adianta, apenas, amar.

Entre casais que se unem , visando à longevidade do matrimônio, tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um.
Tem que haver confiança. Certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou. É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão.
E que amar "solamente", não basta.

Entre homens e mulheres que acham que
O AMOR É SÓ POESIA,
tem que haver discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado.

O amor é grande, mas não são dois.
Tem que saber se aquele amor faz bem ou não, se não fizer bem, não é amor. É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência.
O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta.

Um bom Amor aos que já têm!
Um bom encontro aos que procuram!
E felicidades a todos nós!

Artur da Távola

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Fora de moda


 

Se não estivesse tão fora de moda... iria falar de Amor.

Daquele amor sincero, olhos nos olhos, frio no coração,
aquela dorzinha gostosa de ter muito medo de perder tudo... 
Daqueles momentos que só quem já amou um dia conhece bem... 
aquela vontade de repartir, de conquistar todas as coisas, 
mas não para retê-las no egoísmo material da posse, 
mas para doá-las no sentimento nobre de amar 
Se não estivesse tão fora de moda... 
Eu iria falar de Sinceridade. 
Sabe, aquele negócio antigo de Fidelidade... 
Respeito mútuo... 
e aquelas outras coisas que deixaram de ter valor?
Aquela sensação que embriaga mais que a bebida; 
que é ter, numa pessoa só, a soma de tudo que às vezes procuramos em muitas... 
A admiração pelas virtudes e a aceitação dos defeitos, mas, sobretudo, 
o respeito pela individualidade, que até julgamos nos pertencer, 
mas que cada um tem o direito de possuir... 
Se não estivesse tão fora de moda... 
Eu iria falar em Amizade. 
Na amizade que deve existir entre duas pessoas que se querem bem...
O apoio, o interesse, a solidariedade 
de um pelas coisas do outro e vice-versa. 
A união além dos sentimentos, 
a dedicação de compreender para depois gostar... 
Se não estivesse tão fora de moda... 
Eu iria falar em Família. Sim...Família! 
Essa instituição que ultimamente vive a beira da falência, 
sofrendo contínuas e violentas agressões. 
Pai, Mãe, Irmãos, Irmãs, Filhos, Lar... 
Aquele bem maior de ter uma comunidade unida, 
pelos laços sanguíneos e protegidas pelas bençãos divinas. 
Um canto de paz no mundo, o aconchego da morada, 
a fonte de descanso e a renovação das energias... 
E depois, eu iria até, quem sabe, falar sobre algo como... 
a Felicidade. 
Mas é uma pena que a felicidade, como tudo mais, 
há muito tempo já esteja tão fora de moda e tenha dado 
seu lugar aos modismos da civilização... 
Ainda assim, 
gostaria que a sua vida fosse repleta dessas questões 
tão fora de moda e que, sem dúvida, fazem a diferença! 
Afinal, que mal faz ser um pouquinho “careta.” 

Texto: Autor Desconhecido 

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Falar demais

anim_fofocaanjo_thumb


Muitas vezes somos traídos pela tendência de falar sem pensar e de forma irrefletida.

Deus, em sua infinita sabedoria, nos fez possuidores de uma só boca e dois ouvidos, querendo com isso que utilizássemos em dobro nossa capacidade de ouvir e nos habituássemos à contenção de palavras inúteis e julgamentos impróprios.

Geralmente, na hora da empolgação, somos inconvenientes no falar, falamos o que não sabemos ou do que não nos é de direito e sempre, ou quase sempre, vem o arrependimento depois. Mas, muitas vezes, esse arrependimento não é suficiente para remediarmos os danos causados nas outras pessoas.

“Cuidado com as palavras pronunciadas em discussões e brigas que revelem sentimentos e pensamentos que na realidade você não sente e não pensa... pois, minutos depois, quando a raiva passar, você delas não se lembrará mais... Porém, aquele a quem tais palavras foram dirigidas, jamais as esquecerá...“. Essa é uma frase de Charles Chaplin, bastante apropriada para nos alertar sobre a armadilha do “falar demais”.

É complicado isso, mas realmente tem gente que fala demais. Psicólogos explicam que quem fala demais fala porque sente prazer nisso, a fofoca dá à pessoa ‘fofoqueira’ a sensação de que elaé alguém importante no meio daquele grupo só pelo simples fato de estar passando uma informação que ninguém mais tem. A vontade de ‘aceitação’ e de externar essa sensação é tanta que a pessoa perde a noção do que diz, inventa e/ou aumenta em relação à ‘notícia’ que está transmitindo a terceiros. Geralmente esse tipo de pessoa fala de assuntos alheios justamente por achar que não tem nada interessante a dizer a respeito de si mesma. Que levante a mão quem já foi alvo de fofoca. Bem, então bem vindos ao clube!

Ouvi certo pastor dizer que ‘somos para o nosso semelhante um espelho do que somos para Deus’. Perguntas: Que tipo de pessoa estamos sendo para o nosso semelhante? Que tipo de pessoa somos para Deus? (ou simplesmente) Que tipo de pessoas somos?

Nem sempre o “falar demais” manifesta-se nas horas de raiva. Mas, a tendência em falar mais da vida alheia, namoros, demissões e problemas dos outros incentiva a proliferação de boatos e fofocas. Ao ‘fofoqueiro’ não é tão interessante falar dos valores que nos enriquecem.

Wendell Johnson, grande teórico da comunicação, escreveu: “Nossa vida seria mais longa e rica se despendêssemos a maior parte dela na tranqüilidade silenciosa do ouvir pensativamente”. Às vezes faço essa cara de quem está ‘ouvindo pensativamente’, por estar ouvindo e processando a informação, pensando, observando.

O ser humano é inquieto por natureza, e daquilo que chega a ser dito para nós a maioria passa despercebido e não ouvido. Temos, ainda, que aprender a usar as maravilhas do falar e do ouvir em nosso próprio e melhor interesse e para o bem de nossos semelhantes. Essa é, também, a mais extraordinária das artes a ser dominada pelo homem. Saber o que falar e aprender a ouvir!

Ouvir é renunciar! É a mais alta forma de altruísmo em tudo quanto essa palavra signifique de amor e atenção ao próximo. Talvez por essa razão a maioria das pessoas ouça tão mal, ou simplesmente não ouça. Vivemos imersos em cogitações pessoais e é raro conseguirmos passar algum tempo sem pensar em nós mesmos.

Reflita sobre o ensinamento de Albert Schweiser que diz que “o verdadeiro valor de um homem não pode ser encontrado nele mesmo, mas nas cores e texturas que faz surgir nos outros....”.

Para falar bem não basta uma boca. Há muita gente que, não sabendo usá-la, tem feito um grande estrago com o que diz.

Saber ouvir leva tempo, prática e paciência. É uma arte que mantém vivos o respeito, a afeição, a amizade, o sentimento de confiança que o outro deposita em nós. Faz com que nossos clientes, colegas de trabalho, filhos, cônjuges, namorados e amigos, sintam-se como pessoas importantes e amigos privilegiados. Assuma, hoje mesmo, um compromisso de falar menos e ouvir melhor. E quando for falar, pense bem no que vai dizer, se o que vai dizer é verdade, se é sobre você ou se é assunto de outra pessoa, se você tem permissão para falar sobre esse assunto, se o assunto não vai prejudicar ninguém..., enfim. Antes de falar, pense!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Coisas que a vida ensina depois dos 40




Amor não se implora, não se pede não se espera...
Amor se vive ou não.
Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.
Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para
mostrar ao homem o que é fidelidade.
Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.
As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.
Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
Água é um santo remédio.
Deus inventou o choro para o homem não explodir.
Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.
Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.
A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.
Amigos de verdade nunca te abandonam.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
Há poesia em toda a criação divina.
Deus é o maior poeta de todos os tempos.
A música é a sobremesa da vida.
Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.
Filhos são presentes raros.
De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças a cerca de suas ações.
Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que
abrem portas para uma vida melhor
O amor... Ah, o amor...
O amor quebra barreiras, une facções,
destrói preconceitos,
cura doenças...
Não há vida decente sem amor!
E é certo, quem ama, é muito amado.
E vive a vida mais alegremente...

Artur da Távola


sábado, 1 de outubro de 2011

Perdoar é permitir que a vida continue

6d040b7943de21f09f99a87f5b12705c_211_211
Em nossa cultura, em nosso tempo, tolerância e bom senso tornaram-se valores obsoletos. Parecemos uma sociedade que perdeu o interesse pelo futuro. Essa apatia indica que não existem projetos coletivos que deem sustentação e sentido à vida das pessoas.
Modificar esse tipo de atitude supõe que se resgatem valores éticos que se coloquem a serviço do bem-estar do humano. Narcísicos, perversos e fanáticos empurram a humanidade para uma destruição de valores e da própria vida. “A tragédia em cena já não nos basta”, diz Artaud, assistimos ao vivo e a cores as destruições que procedem da orgia de intolerâncias.
O mundo atual sofre de um mal-estar que parece exigir um olhar diagnóstico cuidadoso. A vida vem sendo tratada como algo simples e desprezível, usada para fins “naturalmente” destrutivos. Um tipo de atitude que vem sendo fortalecida num contexto em que crescem os narcisismos e as intolerâncias, promovendo uma desapreciação crescente do cordial, do relacional, do amoroso.
Desde que a felicidade passou a ser buscada apenas nas coisas, no consumo, na ostentação, no parecer, no poder, e não dentro do sujeito e nas relações que estabelece, o outro
 foi perdendo seu lugar de parceiro e começou a ser visto como concorrente, como rival.
Na era da informação de massas e da política espetacular, a exaustão é permanente. A informação nos satura antes que a reflexão e a dinâmica social encontrem alguma solução. Somos invadidos por uma multiplicidade de imagens destrutivas que nos deixam sem fôlego. Ansiamos pelo oxigênio da paz. Mas a paz que se quer para si, para o mundo, para os povos, terá de começar por cada um de nós. Teremos que reaprender o gosto pelo ético, pelo relacional, pelo amoroso e processar corajosamente transformações internas que instalem em nós a vontade da paz, o exercício da tolerância, a capacidade do perdão.
Mágoas e ressentimentos são frequentes na experiência mais guardada das pessoas. Quem já não teve seus motivos de guardar uma dor, um sentimento rebentado, uma raiva por desejos frustrados, ou até ódio por uma situação transtornada, humilhante ou injustiçada?
Somos todos muito capazes sim desses sentimentos raivosos. Eles compõem a nossa realidade humana. Contudo, é bom lembrar que nossas mágoas não resolvidas promovem sequelas muito sérias quando realimentadas dentro de nós. Torna-se possível então uma imensa produção de destruições em nós mesmos. A qualidade da vida interna e a saúde emocional ficam prejudicadas nesse território amargurado onde não sobra espaço para alegria, leveza, partilha cordial e afeto.
Faz-se necessário o exercício cotidiano de desculpar, de tolerar, de cascavilhar menos as faltas do outro, de perdoá-lo nos pequenos deslizes. Se isto parecer muito difícil, vale a pena lembrar o que Cristo falou aos fariseus, reconhecendo o quanto eles eram hipócritas: “Atire a primeira pedra quem não tiver pecado”.
(...) Que ensaiemos, portanto, passar do estado de raiva, de ódio e de intolerância para um estado de compreensão do humano em suas falhas e encantamentos. Somos todos maravilhosos e destrutivos. Capazes de amor e ódio. Cabe dar destino ao que somos. Cabe nos apropriarmos do que queremos ser e fazer. Perdoar é abrir mão do ódio e permitir que a vida continue.


Fonte: Zenilce Vieira Bruno, Psicóloga, pedagoga e sexóloga. Publicado no Jornal O Povo (Opinião): “Orgia de intolerâncias”, 07 de maio de 2011.

Encerrando Ciclos

liberdade-estrada


Capitulos.   
Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.  Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?  Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....  Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.  Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.  O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.  As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...  Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.  Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.  Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.  Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.  Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..
E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.
Fernando Pessoa

Mulheres que amam de menos

Mulheres-que-amam-de-menos


Mulheres que amam de menos...
Eu quero dar meu depoimento. Creio ter um problema. Se mulheres que amam demais são aquelas que sufocam seus parceiros, que não confiam neles, que investigam cada passo que eles dão e que não conseguem pensar em mais nada a não ser em fantasiosas traições, então eu preciso admitir: sou uma mulher que ama de menos.
Eu nunca abri a caixa de mensagens do celular do meu marido.
Eu nunca abri um papel que estivesse em sua carteira.
Eu nunca fico irritada se uma colega de trabalho telefona pra ele.
Eu não escuto a conversa dele na extensão.
Eu não controlo o tanque de gasolina do carro dele para saber se ele andou muito ou pouco.
Eu não me importo quando ele acha outra mulher bonita, desde que ela seja realmente bonita. Se não for, é porque ele tem mau gosto
Eu não me sinto insegura se ele não me faz declarações de amor a toda hora.
Eu não azucrino a vida dele.
Segundo o que tenho visto por aí, meu diagnóstico é lamentável: eu o amo pouco. Será?
Obsessão e descontrole são doenças sérias e merecem respeito e tratamento, mas batizar isso de "amar demais" é uma romantização e um desserviço às mulheres e aos homens. Fica implícito que amar tem medida, que amar tem limite, quando na verdade amar nunca é demais. O que existe são mulheres e homens que têm baixa auto-estima, que tem níveis exagerados de insegurança e que não sabem a diferença entre amor e possessão. E tem aqueles que são apenas ciumentos e desconfiados, tornando-se chatos demais.
Mas se todo mundo concorda que uma patologia pode ser batizada de "amor demais", então eu vou fundar As Mulheres que Amam De Menos, porque, pelo visto, quem é calma, quem não invade a privacidade do outro e quem confia na pessoa que escolheu pra viver também está doente.

Martha Medeiros

A difícil missão de deixar ir quem amamos!

adeus-3692211-2349


Deixemos ir embora quem quer ir embora. É a maior prova de amor que podemos oferecer a nós mesmos e ao outro. Se a pessoa não ver razão para ficar ao nosso lado, não vamos procurar uma força capaz de forçá-lo, de puxar. Devemos pedir para o Deus nos ajudar a seguir em frente, com dignidade. Aliás, nunca é tarde para agir com dignidade. Mesmo que já tenhamos feito bobagens como procurar aquela pessoa que nos despreza, chega uma hora, mesmo que demore que temos que levantar a cabeça. No fundo do poço ninguém é feliz, e não pensem que alguém vai lá embaixo te buscar, porque isso não acontece, essa é uma situação que só nós podemos resolver. É o mesmo que tomar vergonha na cara sabe? É isso, amor é um ser vivo, vivíssimo, necessita ser alimentado, ou seja, só há amor se duas pessoas estão em sintonia, se amando reciprocamente e zelando desse amor, se uma das pessoas resolve ir embora e abandona o sentimento da outra ele morre, o que resta não é amor, é sentimento rejeitado inominado. Vamos pedir a Deus que nos traga felicidade, que nos abra as portas, que nos mostre uma pessoa que nos trate bem, com dignidade e respeito. Isso é amor. Quem não quer estar ao nosso lado, quem não quer nos ajudar, quem não perdoa nossos erros, quem não quer conviver com nossos defeitos, não nos ama, quem vai embora, não nos ama. A gente não abandona quem a gente ama.Então Deixe ir !. Nós temos que seguir. Deixa ir, vai, a porta tem que estar aberta. Não se tranca o outro, não se obriga o outro. Se para o outro acabou, chegou a hora de falarmos: adeus. Vamos seguir em frente, tentar ser feliz, se não formos, pelo menos vivemos. Não podemos parar nossas vidas e mendigar amor, porque aí é certo que não seremos felizes. Vamos tentar. Vamos à luta. Não é fácil para ninguém, nossa, como é difícil. Vestir a camisa do "fui rejeitado" é opção porque a situação é a seguinte: eu o amava, mas ele foi embora. Eu agora tenho que seguir o meu caminho e deixá-lo ir. Perdoar e esquecer. Aliás, são coisas interligadas, o perdão e o esquecimento, quando a gente perdoa mesmo, a gente até esquece. Nunca, em hipótese alguma mendigue amor, porque não existe amor forçado, não há força que traga pra perto quem não quer. As pessoas são livres. É, eu sei que dói, ta doendo aqui também, mas é isso. Fica mais fácil se lembrarmos que nós também somo livres. Então, a vida dar um jeito de arrumar as coisas, encaixar, a Deus devemos pedir força, luz, saúde, um novo amor, uma pessoa que nos ame verdadeiramente. Deixa ir. Esquece. Ninguém vive só de lembrança. Ninguém é feliz no fundo do poço, o amor pode acontecer de novo para você, para mim. Não demora, vai viver, vai sorrir, vai ser feliz, e o mais importante, deixa ir. . .
Blog “Diario de Luciana”

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Você tem um amante?

Você tem um amante?

Muitas pessoas têm um amante e outras gostariam de ter um….
Há também as que não têm, as que tinham e perderam.
Geralmente são essas últimas as que vêm ao meu consultório para me contar que estão tristes ou que apresentam sintomas típicos dedepressão.
São várias as maneiras que elas encontram para dizer que estão simplesmente perdendo a esperança.


535_atualidades_depressao_01

Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas.
Elas já esperam, o diagnóstico de depressão e a inevitável receita do anti-depressivo do momento…


comprimidos

Mas, após escutá-las atentamente, eu lhes digo que na verdade precisam é de um AMANTE !
“Como é possível que um profissional, se atreva a sugerir uma coisa dessas?!” – pensam chocadas, escandalizadas.
Mas eu explico: AMANTE é “ aquilo que nos apaixona ”
É o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono e é também aquilo que, às vezes, nos impede de dormir.


vida-200x300 (1)

O nosso AMANTE é aquilo que nos mantém distraídos em relação ao que acontece à nossa volta.
É o que nos mostra o sentido e a motivação da vida.
Às vezes encontramos o nosso AMANTE em nosso parceiro, outras, em alguém que não é nosso parceiro, mas que nos desperta as maiores paixões e sensações incríveis.
Também podemos encontrá-lo na pesquisa científica ou na literatura, na música, na política, no esporte, no trabalho, na necessidade de transcender espiritualmente, na boa mesa, no estudo ou no prazer do passatempo predileto…
Enfim, é “alguém” ou “algo” que nos faz “namorar” a vida e nos afasta do triste destino de “ir levando“.


horizonte21-300x225

E o que é “ir levando“?
Ir levando é ter medo de viver. É afastar-se do que é gratificante.
É observar, decepcionado cada ruga nova que o espelho mostra. É se aborrecer com o calor ou com o frio, com a umidade, com o sol ou com a chuva.
Ir levando, é adiar a possibilidade dedesfrutar o hoje, fingindo se contentar com a incerta e frágil ilusão de que talvez possamos realizar algo amanhã.
Por favor, não se contente com “ir levando“; procure um AMANTE, seja também um amante e um protagonista … da SUA VIDA…


Autor: Jorge Bucay, psicólogo argentino

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Sinceridade

zmascara

 SINCERIDADE
A sinceridade faz amigos.
A falsidade faz inimigos.
Depende de nós
Ter amigos ou inimigos.
É livre a nossa opção.
A falsidade muda o amigo em inimigo.
A sinceridade faz do inimigo um amigo.
É melhor ser brutalmente sincero do que covardemente fingido.
Quem tem um amigo é feliz
Na vida - autenticidade.
No amor - sinceridade.
É preferível viver assim, amar assim, sofrer assim, esperar assim.

 Prof Daniel Poleza